 Prof. Thiago Rodrigo: (11) 3499-2828 ou 9828-2803 Atendimento todos os dias, inclusive nos finais de semana, das 12:30 às 22:30hs. Uma metodologia adequada a cada aluno e a cada situação, estimulando o raciocínio lógico-matemático e a autonomia do aluno após as aulas, é o segredo de uma boa aula particular de Matemática ou de Estatística.
Princípios da metodologia
- Individualização, a palavra-chave: é imprescindível, em uma aula particular, respeitar as características de cada aluno, através da percepção do seu perfil e do mapeamento das suas facilidades e dificuldades para fazer um trabalho adequado às suas reais necessidades.
- Conceitos por exercícios e aplicações: a teoria deve ser apresentada na forma de exemplos, exercícios e aplicações, mostrando ao aluno a utilidade prática do que ele está vendo. Este tipo de abordagem atrai a atenção do aluno naturalmente, de modo que a abordagem teórica (apenas quando necessário) após os exemplos é facilitada, fazendo o aluno criar uma linha de raciocínio mais rapidamente.
- Aprender Matemática: um exercício de raciocínio e não de simples memorização: o aluno aprende melhor e tende a não errar quando sabe o significado do que está fazendo; regras na solução de equações e inequações ou nos sinais das operações fundamentais, por exemplo, têm justificativa simples e intuitiva que não deve ser omitida.
- Motivação histórica: a utilização da História da Matemática é um apelo cada vez mais frequente em Educação Matemática para motivar o aluno, pois mostra que muitos conceitos surgem naturalmente a partir de problemas em outras áreas do conhecimento ou na convivência social diária.

Etapas de aprendizagem
Uma linha geral de trabalho em Matemática e Estatística pode ser descrita através das etapas de aprendizagem abaixo. A metodologia é flexível, cíclica e pode variar a cada caso.
- 1ª etapa - Perfil do aluno e mapeamento das dificuldades e facilidades. No início e durante o aprendizado de qualquer assunto, o primeiro passo é traçar o perfil do aluno, isto é, encontrar as suas dificuldades (podem estar nos conceitos de matemática básica ou somente na matéria atual) e desvendar os elementos psico-pedagógicos que podem ser melhorados (auto-confiança, auto-estima, desatenção, etc.), sem esquecer de valorizar claramente as suas virtudes e facilidades.
- 2ª etapa - Exposição da matéria por exemplos e exercícios, sem esquecer da matemática básica. Teoria por teoria, cheia de sopa de letrinhas, só confunde o aluno: a visão ou revisão da matéria a ser aprendida é feita baseada em exemplos, exercícios e aplicações mais comuns. O reforço de matemática básica é, em muitos casos, a causa central nas dificuldades em Matemática e Estatística. Sempre que necessário, é feita uma revisão de matemática básica durante a resolução de exercícios e exemplos e, deste modo, o aluno vê a matéria que ele precisa e, ao mesmo tempo, revê o que é importante da matemática básica para compreender esta matéria.
- 3ª etapa - Exercícios em classe e para casa: o aluno trabalha, consolidando a aprendizagem e descobrindo mais dúvidas. Não adianta só olhar o professor fazer: é enfrentando o problema que realmente se aprende e se descobre onde estão as principais dúvidas e causas do desempenho ruim. Muitas vezes o aluno sabe a matéria, mas peca pela falta de atenção ou por alguma pequena deficiência de base. Desta forma, o aluno faz exercícios em aula e entre as aulas para verificar se realmente aprendeu e onde persistem as dificuldades; em seguida, é feita a correção dos exercícios durante as aulas, mostrando para o aluno os seus erros e acertos e reforçando os pontos com dificuldades.
- 4ª etapa - Mantendo o conhecimento adquirido. Quem aprende e nunca mais vê, esquece! Este velho ditado é bem verdade, ainda que é mais fácil relembrar algo já visto do que algo nunca visto. Para evitar o 'enferrujamento do conhecimento', frequentemente procura-se recorrer a problemas envolvendo conceitos já vistos para perpetuar o conhecimento de base.
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